quinta-feira, 26 de agosto de 2010

Dinâmica de comunhão e participação - Ser Igreja

Objetivo: Fazer entender a necessidade de ser membro do reino de Deus como discípulos missionários.

Material: bolas de inflar (bexiga).

Entregar uma bexiga a cada pessoa pedindo que elas brinquem com as bolas, jogando uma para a outra, sem deixar cair. O assessor aos poucos vai tirando as pessoas da brincadeira, aumentando a dificuldade dos últimos para deixar tantas bexigas no ar. Quando tiver muitas bexigas no chão, encerrar a dinâmica e Ler I Coríntios 12:12-27 Igreja é como um corpo

refletir com os participantes:

É fácil manter as bexigas no ar? O que acontece quando alguém desiste? Dá para manter as bexigas no ar sozinho?

Explicar que a igreja está dentro de cada um, e que todos devem participar, pois cada um tem um lugar especial na igreja. A igreja, assim como as bexigas não podem se sustentar no ar, isto é, de pé, sozinha ou com poucas pessoas, ela precisa de todos nós. Somos membros de um corpo místico, o corpo de Cristo que é a sua igreja. Se um desistir, é possível que assim deixará outro cair.

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

A Cruz de Jesus


Þ Cola de isopor

Þ 9 pregadores de madeira para roupa.

Þ Pedaço de isopor

Þ Desmonte os grampos.

Þ Corte um isopor em formato de cruz: com 30 cm de comprimento e 17 cm de largura e braços de mais ou menos 2 cm,

Þ Cole as duas partes de um grampo, uma ao lado da outra, no início da tira mais comprida.

Þ Depois siga abaixo colocando os outros 4 grampos desmontados, que formam 8 peça.

Þ Cole na tira menor mais 2 grampos desmontado, sendo um grampo de cada lado.

Þ No centro do crucifixo, uma duas peças de grampos ao contrário, para formar a cabeça e o tronco de Jesus.

Þ Depois é só colar os braços e as pernas.

domingo, 22 de agosto de 2010

DINAMICA DE ORAÇÃO - Orações sem barreiras

Objetivo: Fazer o grupo refletir na importância e confiança na oração pessoal e comunitária.

Dividir o grupo em 3 ou 4 subgrupos. Peça que os grupos dêem testemunho das dificuldades de oração enfrentadas no dia-a-dia e na catequese. Cada subgrupo deve escolher um relator e um testemunho do subgrupo para a assembléia. Na assembléia ser objetivo para não demorar. Peça que tomem nota dos relatos. Leia em voz alta o texto de Romanos 8, 26-27. Peça então que cada grupo se reúna novamente, ore ao Espírito Santo e em seguida formulem uma oração colocando esta preocupação e a pessoa, e encerre a oração com o Pai Nosso. Quando os grupos terminaram de orar, pergunte como se sentiram, se acharam fácil orar assim, o que podem fazer quando estão inseguros, sobre que palavras usar e como orar, etc..
Você também pode pedir que cada um escreva seu nome e uma preocupação num papel. Depois as crianças sorteiam entre si os papéis e durante a semana devem orar pela pessoa e preocupação cujo nome está no papel.

Leitura Bíblica: Romanos 8:26-27

Dinâmica de oração – A Palavra de Deus transforma

Objetivo: Fazer o grupo refletir nas suas atitudes diante da PALAVRA DE DEUS. Material: uma bolinha de isopor, um giz, um e uma vasilha com água.

O assessor deve explicar que a água é a palavra de Deus e que o objeto somos nós, cristãos. Convida uma pessoa para cada objeto, depois se coloca a água na vasilha. Cada pessoa vai mergulhando o seu objeto: isopor, giz, vidrinho de remédio vazio e a esponja, deixam por alguns segundos e depois retira-o tentando espalhar a água, o assessor explica a reação física e medita com o grupo. Depois de todas as apresentações, o assessor convida cada pessoa para refletir em seu coração: “Que tipo de cristão eu estou sendo”.

Reflexão:

O isopor é impermeável e não afunda, não absorve e nem espalha a água. Como nós absorvemos a Palavra de Deus? Estamos mergulhando na palavra ou só escutando? Somos também impermeáveis?

O giz é uma rocha calcária que ao mergulhar na água afunda, absorve pequena quantidade, mas a mesma não mais sai a não ser evaporando. E nós?

O vidrinho de remédio tampado tem a reação do isopor; aberto tem a reação do giz, a água sai facilmente porem não fica nada para o vidro. E nós?

A esponja , a princípio não afunda, vai absorvendo aos poucos, mas não chega a afundar, ficando parte na água, parte fora; ao ser retirada sai espalhando a água como foi absorvida e não se esvazia completamente; se espremer ainda sai um pouco.

Iluminação Bíblica: Is 40,8 ; Mt 7,24 ; 2Tm 3,16

Dinâmica de apresentação - Procurando um coração

Objetivo: Esta dinâmica propõe uma maior interação entre os participantes, proporciona observar a capacidade de improviso e quebrar a timidez.

Material Necessário: Corações de cartolina cortados em duas partes de forma que uma delas se encaixe na outra. Cada coração só poderá encaixar em uma única metade.

As metades dos corações devem ser embaralhadas e a distribuição feita no início do encontro, de acordo com a chegada. No momento oportuno, colocar uma música suave e pedir que os participantes caminhem pela sala em busca de seu par. Quando todos encontrarem seus pares, o assessor para a música e orientar para que os participantes se apresentem mutuamente. Determinar tempo que achar conveniente (5 minutos). Após o tempo determinado pedir que um colega apresente o outro e vice-versa.

Refletir:

Foi difícil? Por quê? Quem teve dificuldades para falar? Aprendeu alguma coisa? O que foi mais interessante na dinâmica?

Dinâmica de acolhida e apresentação - Quem é você?

Objetivo: Fazer com que as pessoas se conheçam e se integrem mais facilmente; valorizem a importância da sua identidade; exercitem a auto definição como capacidade que todo ser humano tem; reflitam sobre a importância de conhecer a si mesmo cada vez mais e melhor.
Material necessário: crachá em branco, caneta e alfinete para cada participante.
Descrição da dinâmica: O assessor orienta os participantes a escreverem seu nome no crachá em branco que receberam. É importante colocar o nome em letra grande e visível a uma distância média. Em seguida, cada um escreve cinco respostas para a pergunta: Quem é você? O assessor não deve dar mais detalhes para que as pessoas possam usar a imaginação com total liberdade. Quando todos tiverem escrito as respostas, prendem o papel no peito e o assessor escolhe um e pergunta: Quem é você? De acordo com a primeira resposta vai-se formando grupos de respostas semelhantes. Dar tempo para os grupos conversarem em todas as respostas. Pedir para que cada grupo escolha uma pessoa para responder em assembléia a mesma pergunta. De acordo com a resposta, o assessor nega a resposta baseado na história abaixo.
QUEM É VOCÊ?
Uma mulher agonizava. Teve a sensação de que estava sendo levada para o céu e apresentada diante do tribunal.
A -Quem é você?
MULHER. Sou esposa do prefeito.
A -Perguntei quem é você; não com quem está casada.
MULHER. Sou mãe de quatro filhos.
A -Perguntei quem é você; não quantos filhos você tem.
MULHER. Sou a professora da escola.
A -Perguntei quem é você; não qual a sua profissão.
E assim sucessivamente, fosse qual fosse a resposta, parecia que
nunca era satisfatória para a pergunta:
A -Quem é você?
MULHER. Sou uma cristã.
A -Perguntei quem é você; não qual a sua religião.
MULHER. Sou uma pessoa que ia todos os dias à igreja e ajudava
aos pobres e necessitados.
A -Perguntei quem é você; não o que fazia. Evidentemente, a mulher não conseguiu passar pela prova, motivo pelo qual foi enviada novamente à Terra. Mas, quando se recuperou de su; doença, tomou a decisão de averiguar quem era, e tudo foi muito diferente.
(Anthony de Mello)
a) Qual o sentido da pergunta feita repetidamente a mulher?
b) Por que as respostas da mulher não foram satisfatórias?
c) Qual a dificuldade da mulher em responder a pergunta?

Dinâmica de oração e acolhida - Desatar os nós

Objetivo: Esta dinâmica propõe uma maior interação entre os participantes e proporciona observar-se a capacidade de improviso e socialização, dinamismo, paciência e liderança dos integrantes do grupo. Pode-ser aproveitada também para oração.

Faz-se um círculo de mãos dadas com todos os participantes da dinâmica. Se o grupo for grande, dividir em subgrupos, de preferência que não ultrapasse 15 pessoas.

O Assessor deve pedir um voluntário e colocá-lo a parte, dois voluntários para ficarem de mãos dadas, aos demais devem gravar exatamente a pessoa que está segurando a mão direita e a mão esquerda. Todos devem fazer o que o coordenador pedir.

Em seguida pede que todos larguem as mãos e caminhem aleatoriamente, passando uns pelos outros olhando nos olhos e cumprimentando. (para que se despreocupem com a posição original em que se encontravam). Ao sinal, o Assessor pede que todos se dirijam para o centro e vão se abraçando até todos estarem em um só abraço, bem apertadinhos. Então, pede que todos se mantenham nesta posição como estátuas, e em seguida dêem as mãos para as respectivas pessoas que estavam de mãos dadas anteriormente (sem sair do lugar).

Então pedem para que todos, juntos, tentem abrir a roda, de maneira que valha como regras: Pular, passar por baixo, girar e saltar, só não vale soltar as mãos.

O efeito é que todos, juntos, vão tentar fazer o melhor para que esta roda fique totalmente aberta.
Ao final, pode ser que alguém fique de costas, o que não é uma contra-regra. O Assessor parabeniza a todos e convida para reflexão sobre as dificuldades, o que levou o grupo a conseguir concluir a tarefa, como os solitários se sentiram, convida-os a participarem de uma das rodas e convida a todos para a oração!

Dinâmica de Participação - O Anjo da Guarda

As pessoas ao chegarem ao encontro devem assinar a ficha do Anjo da guarda. Quando achar oportuno, de preferência na oração inicial, o assessor as fichas aleatoriamente, cuidando para que cada participante receba a sua (se alguém retirar se nome deve trocar) para que todos sejam Anjos da Guarda e ao mesmo tempo protegidos por outro Anjo.

O assessor explica rapidamente o desenrolar da dinâmica, não se esquecendo de dizer que a mesma deverá durar até o término do encontro. Cada participante deve agir de forma discreta e durante todas as atividades do encontro, já que a revelação deve ser feita na oração final, de preferência o Anjo dando dicas de com é o seu protegido ou escolhendo alguns membros do grupo para tentar adivinhar que foi o seu Anjo da Guarda.

Objetivos:

Desenvolver valores, cooperação, preocupação com o próximo e aspectos essenciais de relações humanas e acolhimento mútuo.

ANJO DA GUARDA

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Você foi escolhido (a) para ser Anjo da Guarda de (o nome da pessoa está acima):

Durante os três dias que você estiver aqui a sua função será de Anjo da Guarda. Aqui algumas dicas práticas para exercer esse papel:

1. Observe com cuidado e conheça o seu Protegido.

2. Procure ficar perto dele sempre que possível sendo absolutamente discreto. Só interfira em situações de perigo.

3. Como Anjo sua função é proteger, aconselhar, cuidar, elogiar mas também, quando necessário, julgar,criticar, interferir, corrigir.

4. Aja de acordo com seu coração. Faça aquilo que gostaria que os outros lhe fizessem.

5. Seja autêntico. Não tenha medo de dizer verdades, principalmente se essas verdades forem boas e doces. A verdade nem sempre é amarga e rude.

6. Converse sempre com ele. Seja atencioso e cordial.

7. Se for consultado sobre algo, numa situação de dúvida, ou na qual o seu Protegido não saiba como agir. Dê conselhos e faça-o refletir sobre as possibilidades. Lembre-se seu papel não é fazer por ele.

8. Você em um dado momento receberá instruções especiais dos Coordenadores do evento, que não poderão ser recusadas. Aguarde com atenção.

9. Você poderá ser chamado em dados momentos para relatar como foi sua percepção pessoal sobre o papel que desempenhou. Faça anotações das coisas mais importantes, isso em muito o ajudará.

Qualquer dúvida esclareça com os facilitadores do evento sempre que precisar.

Boa Sorte , Nobre Anjo da Guarda.

Material:

Uma cópia da ficha Anjo da Guarda para cada participante.

DINÂMICA DE ACOLHIDA - A procura da felicidade

(Enquanto alguém narra o texto, os participantes são convidados a fazerem os gestos sugeridos.)

Objetivo: Fazer com que as pessoas se cumprimentem de uma forma dinâmica e se relacionem.

PESSOA – Procurar uma (outra) pessoa

FELICIDADE – Um aperto de mão
AMOR – Dar um abraço
SORRISO – Uma gargalhada


Narrativa
Era uma vez uma
pessoa chamada Amor. Aquela pessoa chamada Amor sonhava sempre com a felicidade.

Certo dia, descobriu que a vida só teria sentido quando ele encontrasse a felicidade.
E foi exatamente naquele dia que aquela
pessoa chamada Amor saiu a procura da felicidade.
Chegou ao local onde ia todos os dias e encontrou os seus amigos com um
sorriso nos lábios.
Então,o
Amor começou a perceber que o sorriso dos amigos comunicava a felicidade.
E aquela
pessoa percebeu que a felicidade existe no intimo de cada pessoa e, para senti-la basta aprender a dar um sorriso.
No mesmo instante, seus amigos perguntaram juntos:
Amor, ó Amor! Você sabe onde está a felicidade?
A
pessoa respondeu: Sim, encontrei a felicidade.
Ela existe dentro de cada um de nós. Basta sabermos dar um
sorriso.
Então, todas as pessoas que têm
Amor irradiam a felicidade e sabem dar um sorriso gostoso pra gente.
E assim, todos ouçam cada um dizer. Sejam todos Bem vindos!

Dinãmicas para a catequese

Uma das preocupações de nossa Paróquia é em como dinamizar um encontro sem fugir do tema proposto pela catequese, auxiliando no processo de formação e organização e possibilitando a criação e recriação do conhecimento no grupo.

Com dinâmicas nos encontros de catequese, os participantesexercitam o que pensam, o que sentem, o que vivem e sofrem se libertando da timidez.

As técnicas participativas geram um processo de aprendizagem libertador porque permitem:

1. Desenvolver um processo coletivo de discussão e reflexão.

2. Ampliar o conhecimento individual, coletivo, enriquecendo seu potencial e conhecimento.

3. Possibilita criação, formação, transformação e conhecimento, onde os participantes são sujeitos de sua elaboração e execução.

Não podemos confundir dinâmica com pedagogia. Para que uma técnica sirva como ferramenta educativa libertadora deve ser utilizada em função de temas específicos, com objetivos concretos e aplicados de acordo com os participantes com os quais esteja trabalhando.

Em uma dinâmica deve existir objetivo claro a se alcançar; materiais-recursos que ajudem na execução e na aplicação da dinâmica (TV, vídeo, som, papel, tinta, mapas...). Outros recursos que podem ser utilizados em grupos grandes são o retroprojetor, exposições dialogadas, além de técnicas de teatro, tarjetas e cartazes; ambiente-clima: O local deve ser preparado de acordo, para que possibilite a aplicação da dinâmica (amplo, fechado, escuro, claro, forrado, coberto...), onde as pessoas consigam entrar no que está sendo proposto; tempo determinado com início, meio e fim; clareza no desenvolvimento que permita todos participarem; perguntas e conclusões para permita resgatar a experiência, avaliando: o que foi visto; os sentimentos; o que aprendeu; o momento da síntese final e dos encaminhamentos.

Estamos lançando uma página em nosso blog chamada de“Dinâmicas para a catequese”, para auxiliar nossos amigos catequistas em seu trabalho. Dê a sua opinião para que saibamos se devemos continuar ou não. A sua opinião é muito importante para nós.